Reforma Tributária16/09/2026

Preço de venda para 2027: a Reforma Tributária exige simular antes de reajustar

Aplicar um percentual geral sobre a tabela atual pode comprometer competitividade, margem ou caixa.

Leitura consultiva Informa

O que observamos?

IBS e CBS alteram a lógica de débito, crédito e apresentação do tributo nas operações.

Por que isso importa?

Repassar um percentual sem olhar custos, créditos e perfil dos clientes pode distorcer preço e margem.

Qual é o próximo passo?

Simular produtos, serviços e contratos por família, canal e tipo de cliente antes de definir a política comercial de 2027.

Gestor confere preços e margens nas prateleiras de um mercado brasileiro

A formação de preço será uma das decisões mais sensíveis da transição tributária. Não basta aplicar uma alíquota estimada ao preço atual: é preciso considerar créditos, custo efetivo, margem desejada, concorrência e perfil do comprador.

Um preço, vários efeitos

Empresas que vendem ao consumidor final sentem o preço de uma maneira. Negócios B2B também precisam considerar o crédito percebido pelo cliente. Contratos com valor fechado, reajuste anual ou prazo longo merecem revisão específica.

A simulação deve separar produtos e serviços com estruturas diferentes. Médias gerais podem esconder itens rentáveis e operações que passarão a exigir correção.

Agenda de decisão

Comece pelos itens de maior faturamento e menor margem. Compare o cenário atual com o de 2027, documente premissas e estabeleça gatilhos de revisão. A política de preço deve ser construída em conjunto por direção, comercial, financeiro e contabilidade.