
Visita à Ecotemp Climatização, na sede do cliente
Visita da Informa Contábil à Ecotemp Climatização, em Belo Horizonte: o encontro na sede e como contabilidade e financeiro andam juntos.
A contabilidade para prestador de serviço em Belo Horizonte escolhe o regime pelos números da sua empresa, refaz o Fator R todo mês e mantém notas, ISS e declarações em dia.

Quem presta serviço vende tempo e conhecimento, e o imposto dessa venda muda conforme o regime, o código da atividade e o peso da folha: duas empresas com o mesmo faturamento podem cair em anexos diferentes do Simples Nacional. Por isso a Informa Contábil começa pela conta, comparando os regimes com os seus números antes de qualquer mudança.
A que escolhe o regime pelos números da empresa: no Simples Nacional, o Fator R decide se a atividade paga pelo Anexo III ou pelo V; fora dele, o lucro presumido usa presunção de 32% sobre a receita da maioria dos serviços, pela Lei 9.249/1995.
O regime tributário não se escolhe uma vez e pronto: a receita cresce, a empresa contrata, um sócio entra. A contabilidade acompanha esses números e avisa quando vale rever a escolha, sempre dentro da lei.
Quer ver como isso fica na sua empresa? Conte o seu caso pelo WhatsApp.
Falar com um contadorCuida do que a lei exige da empresa enquanto você atende os clientes:
Se a folha dos últimos 12 meses, com pró-labore e encargos, for 28% ou mais da receita, a atividade intelectual vai para o Anexo III, que começa em 6%; abaixo disso, para o Anexo V, que começa em 15,5%, pela Lei Complementar 123/2006, art. 18.
Essa relação entre folha e receita é o Fator R. Entram salários, 13º, pró-labore, a contribuição patronal recolhida e o FGTS; aluguel e distribuição de lucros ficam de fora. A conta usa os 12 meses anteriores a cada apuração, então o anexo pode mudar ao longo do ano.
Aumentar o pró-labore pode levar ao Anexo III, mas a retirada maior também paga INSS e imposto de renda: a Informa faz as duas contas antes.
| Receita bruta em 12 meses | Anexo III | Anexo V |
|---|---|---|
| Até R$ 180.000,00 | 6,00% | 15,50% |
| De R$ 180.000,01 a R$ 360.000,00 | 11,20% | 18,00% |
| De R$ 360.000,01 a R$ 720.000,00 | 13,50% | 19,50% |
| De R$ 720.000,01 a R$ 1.800.000,00 | 16,00% | 20,50% |
| De R$ 1.800.000,01 a R$ 3.600.000,00 | 21,00% | 23,00% |
| De R$ 3.600.000,01 a R$ 4.800.000,00 | 33,00% | 30,50% |
Fonte: Lei Complementar 123/2006, Anexos III e V. A alíquota efetiva fica abaixo da nominal, porque cada faixa tem uma parcela a deduzir.
Depende do serviço: 2,5% para informática e engenharia, 3% para saúde e publicidade e 5% para advocacia, contabilidade e consultoria, pela Lei municipal 8.725/2003, art. 14; no Simples, o ISS vem dentro do DAS.
Quem define a alíquota é o código do serviço na nota. Sociedades de profissionais da mesma habilitação, como médicos, advogados ou engenheiros, podem pagar um valor fixo por profissional se cumprirem o art. 13 da mesma lei, com os valores do ano publicados pela Prefeitura de Belo Horizonte.
| Alíquota | Exemplos de serviços |
|---|---|
| 2,5% | Informática (desenvolvimento, programação, suporte) e engenharia, arquitetura e urbanismo |
| 3% | Saúde (medicina, clínicas, laboratórios), educação e propaganda e publicidade |
| 5% | Os demais, como advocacia, contabilidade e consultoria de qualquer natureza |
Fonte: Lei municipal 8.725/2003, art. 14, na consolidação da Secretaria Municipal de Fazenda.
Quer saber quanto fica para a sua empresa?
Pedir uma proposta por escritoPela NFS-e, a nota fiscal de serviço eletrônica, com o código do serviço, a descrição do trabalho e as retenções que o cliente fizer.
Os erros mais comuns estão nesses campos: código que não corresponde ao trabalho, ISS retido sem destaque e descrição vaga. A Informa configura o emissor e confere as notas antes da apuração; como isso funciona no emissor de Belo Horizonte e nas notas de produto está na página de emissão de nota fiscal.
Depende da renda e dos custos de cada um; a Informa faz a conta com os seus números antes de abrir a empresa.
Como pessoa física, quem recebe de outras pessoas físicas recolhe o carnê-leão pela tabela progressiva, que chega a 27,5%, conforme as tabelas da Receita Federal. Com CNPJ, entram o regime, o pró-labore, os lucros e o custo de manter a empresa.
O caminho para formalizar está na página de abertura de empresa.
Contabilidade para PJ é a rotina mensal de quem trabalha como pessoa jurídica, em geral o profissional que presta serviço a uma ou poucas empresas com o próprio CNPJ: a Informa abre ou assume a empresa, calcula o imposto de cada nota, cuida do pró-labore e entrega as declarações no prazo.
Fora do MEI, ela é obrigatória, como explica a pergunta sobre o assunto no fim desta página, e é a escrituração que mostra quanto lucro você pode retirar como rendimento isento. Lançamentos, balancete e balanço seguem a mesma assessoria contábil que fazemos para empresas de qualquer tamanho; no PJ, o que pesa está nos pontos abaixo.
Ficou alguma dúvida sobre o seu caso? Um contador da equipe responde pelo WhatsApp.
Falar com um contadorPara quem fatura serviço intelectual pelo próprio CNPJ: desenvolvedor, consultor, designer, engenheiro, profissional da saúde ou de marketing contratado por uma empresa no lugar da carteira assinada. Quem ainda compara as duas formas de contratação começa pela conta da seção anterior, com os seus números.
Quem é MEI e passou do limite, ou descobriu que a atividade não está na lista, chega pelo mesmo caminho, com o desenquadramento do MEI.
A rotina que mantém o CNPJ em dia e o imposto no mínimo que a lei permite:
O que pagar menos com os seus números: no Simples Nacional, o Fator R decide entre o Anexo III e o V; quando a folha fica abaixo de 28% da receita e subir o pró-labore não compensa, o lucro presumido pode sair mais barato. A Informa faz as contas lado a lado antes de abrir a empresa ou de mudar de regime, e a calculadora do Fator R, mais acima nesta página, já mostra o seu caso.
Pelo registro e pela proposta: confira na consulta do CFC se o escritório e o contador responsável têm registro ativo, peça por escrito o que entra na mensalidade e pergunte quem revisa o Fator R e o pró-labore, e com que frequência.
Vale perguntar também como chegam os documentos e por onde tirar dúvidas no dia a dia. Na Informa, os documentos chegam pelo portal Onvio e as dúvidas vão pelo WhatsApp, com o escritório no Prado, em Belo Horizonte, para quem prefere conversar pessoalmente.
Prefere resolver isso com quem faz todos os dias? Fale com a equipe pelo WhatsApp.
Falar com um contadorAs que o regime pede: no Simples Nacional, apuração e guia mensais e uma declaração anual; fora dele, também as escriturações federais. Perder um prazo pode gerar multa e travar a certidão negativa.
| Obrigação | O que informa | Periodicidade |
|---|---|---|
| PGDAS-D e DAS (Simples Nacional) | Receita do mês e imposto a pagar | Mensal |
| DEFIS (Simples Nacional) | Informações econômicas e sociais | Anual |
| eSocial e FGTS Digital | Folha, pró-labore, admissões e desligamentos | Mensal e a cada evento |
| DCTFWeb | Contribuições previdenciárias | Mensal |
| EFD-Reinf | Retenções e informações fiscais | Mensal, quando há o que informar |
| ECF (fora do Simples) | Apuração do IRPJ e da CSLL | Anual |
Fonte: Portal do Simples Nacional, Receita Federal e eSocial. Os prazos de cada ano estão nas páginas oficiais.
A partir de 2027 a CBS substitui o PIS e a Cofins, e entre 2029 e 2033 o IBS toma o lugar do ISS; profissões regulamentadas, como advocacia, engenharia e contabilidade, têm redução de 30% quando a sociedade cumpre os requisitos da Lei Complementar 214/2025, art. 127.
Para quem vende a outras empresas, conta também o crédito que o cliente aproveita, e isso pesa na decisão de continuar no Simples ou recolher os novos tributos por fora. A consultoria em Reforma Tributária mostra o calendário.
Quer ver como isso fica na sua empresa? Conte o seu caso pelo WhatsApp.
Falar com um contadorConsultores, profissionais liberais e segmentos com página própria. Quem trabalha por conta própria e ainda decide entre o carnê-leão e um CNPJ encontra essa conta na página de contabilidade para profissionais liberais:
Pelo regime, pelo volume de notas, pelo tamanho da folha e pelo que a empresa precisa além da rotina; o valor vem numa proposta por escrito, com cada serviço listado, depois da primeira conversa.
Começa por uma conversa, no escritório do Prado ou por vídeo, sobre o que a empresa faz e como fatura.
Ficou alguma dúvida sobre o seu caso? Um contador da equipe responde pelo WhatsApp.
Falar com um contadorDe perto: visitamos as empresas que atendemos e recebemos cada uma no escritório para ver a operação e colocar os números em contexto. Estes casos foram contados com a autorização da empresa.

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Visita da Informa Contábil à Clínica Marília Machado, em Belo Horizonte: o encontro na clínica e os assuntos da conversa com a equipe.

Charles Mazzoni de Almeida, contador, CRC-MG 078402/O, responsável técnico da Informa Contábil
É ele quem responde tecnicamente pela contabilidade de cada empresa atendida, desde a fundação da Informa Contábil, em 2002; a equipe fiscal cuida das notas e do ISS, e o departamento pessoal, da folha.
Depende da ocupação: só as atividades da lista do MEI podem, e profissões regulamentadas, como medicina, advocacia e engenharia, ficam de fora. O limite em 2026 é de R$ 81 mil por ano, pela Lei Complementar 123/2006.
Sim, para quem tem CNPJ fora do MEI: o Código Civil exige a escrituração, que também dá base ao lucro distribuído aos sócios.
Para emitir, não: o próprio sócio pode emitir a NFS-e. O contador entra antes, configurando o código de serviço e as retenções, e depois, conferindo as notas do mês.
Sim: em cada apuração, a folha e a receita dos 12 meses anteriores definem o anexo, como manda o art. 18, § 5º-K, da Lei Complementar 123/2006.
Atualizado em . As regras de impostos mudam: na dúvida sobre o seu caso, fale com um contador antes de decidir.
Mande pelo WhatsApp o que a empresa faz e o regime de hoje: a conversa começa pelo Fator R e pelo ISS do seu caso.