
Visita ao restaurante Dona Faustina, na Raja Gabaglia
Visita da Informa Contábil ao restaurante Dona Faustina, na Raja Gabaglia, em Belo Horizonte: a parceria e o encontro no restaurante.
A assessoria contábil em Belo Horizonte da Informa Contábil organiza as contas da sua empresa, fecha balanço e relatórios, apura o lucro, orienta a retirada dos sócios e explica o resultado numa linguagem que o dono entende.

Muita empresa só olha para a contabilidade quando o banco pede um balanço ou quando o sócio quer saber quanto pode retirar, e aí descobre que os números estão incompletos. A Informa cuida dessa base o ano inteiro para empresas de todo o Brasil: recebe os documentos, registra cada movimento, confere com os extratos e transforma tudo em relatórios que mostram se o negócio deu lucro.
A contabilidade fica no mesmo escritório que calcula os impostos e a folha. Assim, receita, custos, encargos e retiradas aparecem nos relatórios com os mesmos valores que foram declarados à Receita Federal e à Prefeitura de Belo Horizonte.
É o acompanhamento contínuo da contabilidade de uma empresa por um escritório com contador responsável: registrar o que entra e sai, fechar os demonstrativos que a lei pede e explicar ao dono o que eles mostram.
A palavra que diferencia é contínuo. Uma consultoria resolve uma pergunta pontual, como trocar de regime ou avaliar uma compra; a assessoria está presente em todos os períodos, e por isso tem os números prontos quando a pergunta aparece. Na Informa, as duas coisas se completam: a assessoria mantém a base em ordem, e a análise para decidir fica com a contabilidade consultiva.
Cinco frentes, que seguem a lista de serviços do escritório:
Sim, com uma exceção: o Código Civil, art. 1.179, obriga o empresário e a sociedade empresária a manter escrituração contábil e a levantar todo ano o balanço patrimonial e o de resultado econômico. Fica dispensado só o pequeno empresário, que a Lei Complementar 123/2006, art. 68, define pelo limite de receita do MEI.
Estar no Simples Nacional não tira a obrigação. A escrituração também é o que prova o lucro quando o sócio quer retirar mais do que a parcela presumida pela lei, como mostra a seção sobre distribuição de lucros mais abaixo. Sem ela, a empresa fica sem balanço para apresentar a banco, fornecedor ou licitação.
Quer saber quanto fica a contabilidade da sua empresa?
Pedir uma proposta por escritoSomando as receitas do período e subtraindo os custos, as despesas e os impostos que pertencem a ele, mesmo que alguns tenham sido pagos em outro mês. É por isso que o saldo da conta bancária quase nunca é igual ao lucro: uma venda a prazo já é receita, e um equipamento comprado à vista vira despesa aos poucos.
Na prática, a equipe classifica cada lançamento, confere os saldos com os extratos e fecha o balancete. Com ele, dá para ver a margem do período, os custos que mais cresceram e quanto do resultado já está comprometido com tributos e retiradas.
O resultado fica errado, para mais ou para menos. Uma nota de compra que não chega infla o lucro; um recebimento sem identificação vira receita sem origem. Por isso a equipe aponta o que falta antes de fechar o período, e a empresa envia os documentos pelo portal Onvio.
O que a contabilidade apurar como lucro depois dos impostos, e a escrituração é o que sustenta esse valor. No Simples Nacional, a retirada é isenta de imposto de renda até um limite calculado sobre a receita, descontado o DAS; com escrituração que mostre lucro maior, o limite passa a ser o lucro apurado (Lei Complementar 123/2006, art. 14, §§ 1º e 2º).
Desde janeiro de 2026 há uma regra nova a observar: quando a mesma empresa paga mais de R$ 50.000,00 de lucros no mês à mesma pessoa física, retém 10% de imposto de renda sobre o total, pela Lei 15.270/2025, art. 6º-A. A orientação da Informa leva em conta o valor e o calendário das retiradas.
Lucro também não é pró-labore. O pró-labore paga o trabalho do sócio, tem desconto de INSS e entra na folha; o lucro remunera o capital e só existe se a contabilidade apurar.
Balancetes durante o ano e, no fechamento, o balanço patrimonial e a demonstração do resultado do exercício, acompanhados de uma explicação do que cada número quer dizer. O balancete mostra os saldos de um período; o balanço é a fotografia do patrimônio no fim do ano; a demonstração do resultado conta como a receita virou lucro ou prejuízo.
O contador não entrega os relatórios só em formato técnico. A conversa responde perguntas como "por que tive lucro e falta dinheiro no caixa?" ou "quanto da receita foi para impostos?", no escritório do Prado ou por vídeo.
Controla: máquinas, veículos, computadores e imóveis entram no ativo e perdem valor aos poucos pela depreciação, e empréstimos, parcelamentos e contas com fornecedores ficam no passivo, conferidos com contratos e extratos. É esse controle que faz o balanço mostrar quanto a empresa tem e quanto deve, e não só quanto faturou.
Porque ela é a prova do que a empresa é e do que ganhou, e essa prova é pedida em momentos em que não dá para esperar meses de lançamentos atrasados:
Os impostos, a folha e a parte societária da empresa, que na Informa ficam na mesma equipe. Juntar tudo evita que a contabilidade receba números de três fornecedores diferentes e tenha de conciliar o que não conversa.
Na parte fiscal, a assessoria fiscal calcula os impostos do mês, envia as guias, confere as notas e entrega as declarações.
Para os funcionários, o departamento pessoal cuida da admissão à rescisão, com férias, 13º e as guias de INSS e FGTS.
Quando a empresa ainda vai nascer, a contabilidade começa na abertura de empresa; quando há pendência com a Receita ou a Prefeitura, o ponto de partida é regularizar o CNPJ. A lista completa está em serviços.
Inclui o acompanhamento do regime: com a contabilidade em dia, a equipe vê ao longo do ano se o regime escolhido ainda é o que faz a empresa pagar menos dentro da lei e avisa antes da virada do ano, porque a opção pelo Simples Nacional vale para o ano-calendário inteiro (Lei Complementar 123/2006, art. 16). A comparação completa, com a simulação de cada regime, fica com a consultoria tributária.
Muda o registro dos impostos sobre o consumo: a partir de 2027 a CBS substitui o PIS e a Cofins, e o IBS entra aos poucos no lugar do ICMS e do ISS até 2033, com crédito sobre as compras (Lei Complementar 214/2025). Na empresa do regime regular, a contabilidade passa a controlar esses créditos nota por nota; no Simples, a escolha entre recolher dentro ou fora do DAS mexe no preço para os clientes que são empresas.
A simulação para a sua empresa, ano a ano até 2033, é feita na consultoria em Reforma Tributária.
O calendário e o cálculo com crédito estão explicados no guia de IBS e CBS.
Ajuda, porque a resposta a uma intimação ou fiscalização sai dos livros e dos documentos que a assessoria mantém organizados. Quando a Receita Federal, a Prefeitura, um banco ou um investidor pede comprovantes, a equipe localiza os lançamentos, separa os documentos e prepara as explicações com o contador responsável.
A lei manda guardar os livros e os comprovantes dos lançamentos até a prescrição dos tributos a que se referem (Código Tributário Nacional, art. 195, parágrafo único). Com os arquivos do portal Onvio, esse histórico fica à mão quando a pergunta chega, anos depois do fato.
A assessoria produz e mantém os números; a consultiva usa esses números em reuniões para tomar decisões. A primeira responde o que aconteceu na empresa; a segunda ajuda a escolher o que fazer a seguir, como contratar, investir, rever preços ou mudar o pró-labore.
Muitas empresas começam pela assessoria e acrescentam a consultiva quando crescem. Quando a dúvida é o imposto, e não a gestão, o caminho é a consultoria tributária, que compara os regimes com os números da empresa.
Sim: a orientação sobre sistemas de gestão faz parte do serviço, porque a qualidade da contabilidade depende de como a empresa registra vendas, compras e pagamentos no dia a dia. A equipe indica como configurar categorias, cadastros e a emissão de notas para que as informações cheguem completas ao contador.
Quando a empresa precisa trocar de sistema ou implantar um do zero, quem faz o projeto é a Sr. Organize, empresa do Grupo Informa que configura o sistema financeiro, liga a integração com o banco e treina a equipe. A contabilidade oficial continua com a Informa Contábil.
Pelo regime tributário, pelo volume de lançamentos e de notas, pelo número de contas bancárias e pelos relatórios que a empresa precisa além dos obrigatórios. O valor vem numa proposta por escrito, com cada serviço listado, depois de uma conversa sobre a rotina da empresa.
Comece pelo registro: o escritório e o contador responsável precisam estar ativos no Conselho Regional de Contabilidade, o que se confere na consulta nacional do CFC. Depois, olhe o que fica por escrito e como a comunicação funciona:
As duas coisas, quando o escritório trabalha bem a distância: o que pesa é ter um canal digital para os documentos e um contador que você consegue encontrar. A Informa atende empresas de todo o Brasil com documentos pelo portal Onvio, conversa pelo WhatsApp e reuniões por vídeo, e mantém o escritório no Prado, em Belo Horizonte, para quem prefere sentar à mesa. Antes de assinar, peça para ver como o portal funciona e quem vai responder as suas dúvidas.
Pela conversa sobre a empresa: o que ela faz, o regime de hoje e o que precisa da contabilidade. Com a proposta aceita e o contrato assinado, a equipe libera o acesso ao portal Onvio e passa a lista dos documentos de cada período.
Se a empresa já tem contador, os arquivos dos períodos anteriores vêm dele, e o passo a passo dessa mudança está em trocar de contador. Os impostos e a folha podem vir junto: a folha de pagamento terceirizada e a parte fiscal ficam na mesma equipe.
De perto: visitamos as empresas que atendemos e recebemos cada uma no escritório para ver a operação e colocar os números em contexto. Estes casos foram contados com a autorização da empresa.

Visita da Informa Contábil ao restaurante Dona Faustina, na Raja Gabaglia, em Belo Horizonte: a parceria e o encontro no restaurante.

Visita da Informa Contábil à Pasterocha, de Marco Rocha, em Belo Horizonte: o encontro na empresa e o que conversamos.

Visita da Informa Contábil à Clínica Marília Machado, em Belo Horizonte: o encontro na clínica e os assuntos da conversa com a equipe.

Charles Mazzoni de Almeida, contador, CRC-MG 078402/O, responsável técnico da Informa Contábil
Como responsável técnico, ele assina os demonstrativos e responde pela escrituração de cada empresa atendida pela Informa Contábil. A equipe contábil faz os lançamentos e as conciliações, e as dúvidas sobre lucro e retiradas podem ser tratadas com ele em conversa no escritório ou por vídeo.
Precisa da contabilidade, porque o Código Civil exige escrituração e balanço de toda sociedade empresária, e o Simples só muda a forma de pagar os impostos. Além disso, é a escrituração que permite ao sócio retirar como lucro isento um valor acima da parcela presumida, como prevê a Lei Complementar 123/2006, art. 14, § 2º.
Desde a abertura do CNPJ, porque a escrituração começa no primeiro mês e refazer períodos depois dá mais trabalho do que manter em dia. Para quem já tem empresa, a hora é quando os números do contador não respondem às perguntas do dono, como quanto dá para retirar ou por que falta caixa num mês de lucro; a mudança segue o roteiro de trocar de contador.
A escrituração e os demonstrativos contábeis são trabalho de profissional registrado no Conselho de Contabilidade, pelo Decreto-Lei 9.295/1946, art. 25. O dono pode e deve organizar o financeiro do dia a dia, com contas a pagar, a receber e caixa, e entregar esses dados ao contador, que transforma o registro em balanço.
Não. O balancete lista os saldos das contas em uma data e serve para acompanhar o ano; o balanço patrimonial é o demonstrativo formal do encerramento do exercício, que o Código Civil, art. 1.179, manda levantar todo ano, junto com o resultado econômico. O balancete ajuda a corrigir o rumo antes de o balanço sair.
Sim. A Informa atende empresas de todo o Brasil a partir do escritório em Belo Horizonte, das cidades vizinhas, como Contagem, Betim e Nova Lima, a outros estados. Os documentos chegam pelo portal Onvio, as dúvidas do dia a dia vão pelo WhatsApp e as conversas sobre os números podem ser no escritório do Prado ou por vídeo.
Atualizado em . As regras de impostos mudam: na dúvida sobre o seu caso, fale com um contador antes de decidir.
Mande pelo WhatsApp o que a empresa faz, o regime de hoje e o que mais pesa na contabilidade: a primeira conversa começa por aí.